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38 - 28º Digital Business Congress

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28º

28º Digital Business Congress BIG DATA | ANALYTICS Tiago Esteves Senior Account Executive, Gartner “A plataforma de business analytics está no centro da transformação digital. O valor de grande parte das organizações está associado aos dados que recolhem e à utilização que fazem deles.” “Vemos no pico de expetativas todas as áreas da analítica aumentada, para expandir a capacidade humana e fazer sobressair ainda mais o valor dos dados, com o machine learning. Mas o impacto ainda é distante, num prazo de 5 a 10 anos” “O mindset tem que se alterar, passando para uma lógica de partilha e de disponibilização de informação. Este é o momento certo para que as organizações revejam as suas estratégias de data analytics. Tomando decisões baseadas nos resultados que querem atingir com a utilização da tecnologia” António Lagartixo Partner, Deloitte “Ainda estamos na fase de obter, gerar e tratar dados, mas não estamos a usar de forma massiva a informação em real time. A capacidade de investimento em tecnologia num vasto conjunto de empresas não é grande, porque não correm o risco de meter dinheiro em algo que não está demonstrado” “A IA baseia-se em dados para aprender e para evoluir. Já se está a fazer muita coisa em Portugal” “A falta de recursos humanos para estas novas áreas é um grande problema. A lacuna existe e no futuro será maior, porque as maiores empresas já começaram a fazer os programas de transformação digital. Temos um gap abismal entre as competências necessárias e as que temos em concreto” Manuel Maria Correia General Manager, DXC Technology Portugal “Já ninguém tem dúvidas da era em que estamos. O valor dos dados é o tema e o grande desafio é como vamos tirar partido deles. As empresas têm que olhar para isto de forma estratégica. É necessário agir rapidamente e saber extrair valor dos dados” “Há necessidade de modernização, mas deixámos de ter grandes projetos e sim experiências com valor. As empresas estão em estádios diferentes, mas todas terão que enfrentar este desafio. A questão é que ainda não há capacidade computacional para retirar todo o valor dos dados” “Estamos a falar de uma transformação de pessoas e as empresas têm o desafio de mudar para lhes responder. Temos que ter um equilíbrio entre os recursos e o mercado. Passamos os dias a guerrear-nos pelo talento”

15 Ricardo Pires Silva Executive Director, SAS “Há uma convergência de fatores que permite tirar partido das tendências tecnológicas. Mas nas empresas o que ainda falta são boas perguntas, para conseguirem tirar todo o partido da analítica de dados” “Para um país que tem um problema demográfico muito grave como Portugal, a instalação de novos centros de competências de multinacionais está a agravar a situação no talento. As empresas têm a missão de, com as universidades, formar e transformar as pessoas” “Os setores que mais beneficiam da implementação de sistemas de data analytics são os mais pesados e muita regulação, onde a diferenciação é muito pequena. A indústria tem um potencial tremendo” Luís Araújo Presidente, Turismo de Portugal “O sucesso no turismo passa por reinventar e inovar. Temos que saber o que queremos e quais deverão ser as preocupações das empresas sobre o futuro, para serem mais competitivas. Temos que nos posicionar com as perguntas certas em termos de analítica. É um caminho que temos vindo a fazer” “A base de tudo é o conhecimento profundo do negócio. Saber exatamente o que queremos e quais os desafios a enfrentar, para saber onde ir buscar a informação e qual a que queremos. O grande problema é que o setor é feito de PME” “O destino Portugal é uma oportunidade gigantesca para se aproveitar. Tem que se dar resposta a uma expetativa elevada, percebendo a importância do digital no turismo e nos dados para tomarmos as melhores decisões” RGPD – HISTÓRIAS DA IMPLEMENTAÇÃO Hélia Gonçalves Pereira Professora Auxiliar, ISCTE “Temos que ter consciência que a mudança é a única constante. Seja por via do RGPD ou por via do desenvolvimento do mercado, as empresas têm que estar preparadas para se adaptar permanentemente” “As marcas têm que andar a par e passo com o cliente, que está mais sensível à informação que recebe. Acha-se mesmo proprietário das marcas e se a experiência for positiva, revela-a. Mas de for negativa, também o faz.” “Temos um consumidor que propaga conteúdos, escolhe o que quer ver, partilha e comenta, transforma-se num embaixador de uma marca. Este testemunho pode ser positivo ou negativo, conforme a experiência. A geração mais jovem está permanentemente ligada e vive o testemunho de outros”

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