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35 - Digital Business Breakfast | Como está a IOT a mudar os negócios?

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20 junho 2018 | Myriad Crystal Center, Parque das Nações

DIGITAL BUSINESS

DIGITAL BUSINESS BREAKFAST Eduardo Romano CIO, Liberty Seguros “Precisamos de mais uns anos de tecnologia e de conhecimento para dominar melhor o tema. O grande desafio dos próximos 5 anos será o de obter talento que saiba e queira trabalhar estas áreas” “É impressionante a capacidade que já temos de recolher dados em tempo real. Daqui a 10 anos, será assustador o que será possível” “A nossa vida é conhecer os riscos. Mas com um conhecimento cada vez maior, qualquer dia não haverá necessidade de seguros nas várias áreas. É preciso evoluir para o aconselhamento ao cliente, que será uma área cada vez mais essencial” Francisco Barbeira Administrador Executivo, Banco BPI “Há muito que a banca tem um ecossistema de sensores, que lhe permite conhecer a vida financeira dos clientes. O nosso desafio está na utilização da informação e é nesta parte que a IoT pode trazer novidades” “As fintechs fazem parte do ecossistema e gosto muito delas, porque vieram ajudar a estimular a inovação e a regulação. A maioria delas são colaborativas. Do lado dos incumbentes, a expetativa é que os bancos se tornem pontos fundamentais das plataformas e dos ecossistemas” “Há muito que investir na segurança dos dados. O tema da privacidade é muito sério e temos que o manter sob observação, porque há o risco da transformação na forma como olhamos para a nossa informação”

9 Carlos Costa Pina, Eduardo Romano, Francisco Barbeira e Rui Assoreira Raposo admitem que há muitas dúvidas sobre o é que vai ser este processo de mudança. sobretudo porque exige a colaboração entre os vários players para acontecer ligadas à comercialização de produtos de energia, seja no B2B ou no B2C. Para o gestor, “há um potencial imenso que está à nossa frente para ser explorado”. Mas num cenário a 10 anos, é impossível antecipar o que vai acontecer. A “incerteza é enorme”, sobretudo em empresas como a Galp. Tendo uma presença relevante no segmento da mobilidade, a evolução dependerá do que vai acontecer com o perfil de utilização dos automóveis, nomeadamente os elétricos e os sem condutor, assim como com o padrão de comportamento dos consumidores, nas suas preferências entre carro próprio e partilhado. Todas estas razões farão com que “os modelos de negócio tenham que ser reinventados. Não vamos poder estar apenas a fazer as mesmas coisas de modo diferente, com base em plataformas tecnológicas. É muito mais do que isso. Trata-se de, verdadeiramente, reinventar o modelo de negócio”, prevê Carlos Costa Pina. NOVAS EMPRESAS DISRUPTIVAS Questionados sobre o crescente número de empresas de base tecnológica que podem ameaçar os seus negócios, quase todos falam na necessidade construir ecossistemas e de fazer parcerias. Na banca, negócio que “será seguramente diferente”, Francisco Barbeira diz que é inevitável “a emergência das plataformas e dos

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