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Transportes Públicos: Os Desafios da Transformação Digital 29 mai 2018 | Ritz Four Seasons

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Digital Business Breakfast José Mendes Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente “Temos que ser capazes, face às novas tendências e às ferramentas emergentes, de dar o salto. Isso tem vindo a acontecer, sobretudo pela iniciativa empresarial privada, que não anda a reboque do que o Governo decide” “O sistema de transporte público está a sofrer metamorfoses. Horários, paragens e rotas fixas começam a não responder ao que é a procura. O tema central e importante é a capacidade de responder às necessidades específicas dos clientes, que são variáveis” “Queremos acreditar que muito em breve aparecerão soluções de mobility as service, isto é, integradores que permitem comprar pacotes de mobilidade. No fundo, é olhar para um conjunto de recursos de mobilidade que existem no terreno e integrá-los para disponibilizar soluções para as pessoas” Miguel Leocádio Executive, Novabase “Há quatro desafios e oportunidades de transformação digital dos transportes públicos – assistentes de mobilidade, gestão em tempo real, garantia de receitas e oferta dinâmica e novos modelos de negócio. São áreas com grande relevância nos próximos anos” “Cada vez mais, a personalização é um fator determinante para perceber a mobilidade. As necessidades dos clientes dependem de diversos fatores. Falar em personalização é falar de IA e do potencial dos dados, tendências muito importantes para os transportes públicos no futuro” “Mobilidade on-demand, para garantir a universalidade de serviços, cross selling de serviços, sejam próprios ou com entidades terceiras, e serviços de primeira e última milha, com base em parcerias, são áreas que ditarão o sucesso dos transportes públicos nos próximos anos”

7 Num debate que reuniu responsáveis da Transtejo/Soflusa, Barraqueiro, Carris e Câmara de Lisboa, o tema da mobilidade urbana reuniu consensos sobre os desafios e oportunidades para o futuro a começar, até porque se trata de uma empresa “atípica na mobilidade, no sentido que é a que tem menos flexibilidade em termos de oferta, porque transporta os passageiros ponto a ponto, entre as margens do Rio Tejo”, defende a sua administradora, Sara Ribeiro. Para já, estão a criar-se as infraestruturas digitais, nomeadamente a instalação de fibra nas estações, e a disponibilização de acesso wifi aos passageiros, num “grande passo para conseguir criar mecanismos de comunicação cada vez mais interativos com os nossos clientes”, refere a gestora. Já instalados estão também novos validadores em todas as estações, abrindo caminho para formas de bilhética mais inovadoras. “Estamos a criar a base. O que para muitos já é um dado adquirido, para nós ainda é um caminho a percorrer”, diz esta responsável, destacando ainda o “grande esforço de gestão da mudança interna, na qualificação das pessoas”, numa estrutura tradicional que ainda continua a funcionar “com muitas lógicas dos anos 70”. Mas tem consciência de que “fazemos sempre parte de uma mobilidade muito alargada. É por isso que é fundamental a intermodalidade”, caminhando-se para um sistema integrado de transportes, composto por todos os players. Num grupo diversificado como é o Barraqueiro,

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