28 - 27º Digital Business Congress | Economia e Cidadania Digitais

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Casos de Transformação Digital Set 2017

27º

27º Digital Business Congress Miguel Almeida CEO, NOS “A operação da MC, a acontecer, teria impactos significativos no setor, na concorrência dos media e no pluralismo e acesso a conteúdos. Temos toda a confiança nos reguladores em decidirem o que é melhor para o país. Mas um cenário ingénuo e hipócrita de não oposição com compromissos não é nada desejável” “O tema da Fibroglobal é sintomático. Estranhamente, a sua rede não está aberta a mais nenhum operador além da PT. Não é um tema que vá transformar o negócio, mas como ilustração é relevante” “Quando falamos de 5G, temos que ter em consideração o nível de exploração dos recursos 4G, onde há muito para crescer e está longe de estar esgotado. Viemos de um processo de leilão 4G muito caro e de sucessivos aumentos de taxas de espetro. Há uma orientação da CE de não onerarem demasiado os operadores na atribuição do espetro 5G. Esperamos que não seja cedo demais e que não seja caro demais” Francisco de Lacerda Presidente e CEO, CTT “As pessoas escrevem menos cartas e as empresas enviam menos correspondência. A realidade hoje é diferente e vai mudar ainda mais. Tem que ser incorporada, para assegurar o futuro da empresa. Por isso, procurámos os temas que faziam sentido na nossa atividade. O banco postal e o correio expresso são exemplos” “Entre a prestação do serviço universal postal e a vontade de acelerar a digitalização, o bom senso mostra que uma evolução rápida, mas progressiva e ponderada, é a mais acertada. Por termos nas nossas mãos o serviço público, temos o dever de estar sempre presentes e obrigações de padrões de serviços.” “As alterações propostas pelos CTT ao SU não eram fundamentais, mas de pormenor. Faz parte das regras do jogo os reguladores assegurarem que analisam e estão permanentemente próximos do mercado. Por isso achamos que a decisão da ANACOM não tem qualquer fundamento. O mundo está a mudar muito, os CTT deixaram de ser públicos e o Estado já não pode influenciar a estratégia” ENCERRAMENTO Pedro Marques Ministro do Planeamento e das Infraestruturas “O país está bem classificado nas infraestruturas de comunicações. São elas que tornam possível que mais serviços de nearshoring tecnológico se instalem em Portugal e que muitas startups se estejam a fazer notar nos mercados mundiais. O ambiente empresarial está em transformação e as oportunidades geradas pelo comércio eletrónico criam novos mercados. É importante persistir no esforço de investimento nas infraestruturas” “A superação do défice de competências histórico no nosso país é, talvez, a reforma estrutural mais importante a que a nossa geração pode responder, contribuindo para melhorar o perfil de especialização da economia e posicionando-a para os desafios das próximas décadas. Estamos determinados em superar esse défice” “Portugal está a desenvolver de forma acelerada a inovação do seu tecido empresarial. No caso da indústria, a revolução digital é a próxima grande transformação que devemos abraçar. Estabelecemos metas ambiciosas, porque é essa a dimensão do desafio que se nos coloca. Será na capacidade de o superar que se joga boa parte do nosso futuro coletivo”

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