28 - 27º Digital Business Congress | Economia e Cidadania Digitais

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Casos de Transformação Digital Set 2017

27º

27º Digital Business Congress António Vasconcelos Founder, New Next Moves “Temos que pensar diferente para conseguirmos ir mais longe. Há toda uma vaga de eficiência monumental e grandes ganhos para serem conseguidos nos centros urbanos. E não pode ser protelada de maneira nenhuma. São temas que se tornam cada vez mais relevantes porque vivemos num mundo de exponenciais” “Como os problemas não estão apenas num ponto da cadeia, é preciso ter articulação de players em toda a cadeia de valor. Envolver as pessoas em processos colaborativos, para termos, cada vez mais, temos soluções bottom-up e não top-down” “Estamos no entrar da guerra das estrelas. A partir daqui é tudo cada vez mais visível e acelerado. Estamos a falar de coisas absolutamente disruptivas. Temos que fazer muito mais com muito menos a uma velocidade estratosférica” Pedro Pinto Country Manager, eCooltra “2017 está a ser um ano em que na cidade de Lisboa estão a vingar e a crescer sistemas de mobilidade partilhada. Porque são cada vez mais as pessoas a usarem-nos. Nada disto seria possível se não houvesse a digitalização da nossa forma de atuar” “As pessoas valorizam a mobilidade urbana, a sustentabilidade e a economia partilhada. O nosso negócio une as três vertentes. E os portugueses tiveram uma adesão muito rápida e acima das expetativas à partilha de scooters. O futuro vai ser a interoperabilidade e complementaridade de soluções” “A interação que existe com o utilizador é feita através de uma app para smartphone. A oportunidade que temos de marcar a experiência do utilizador passa pela facilidade com que as pessoas acedem à informação. A digitalização e a conetividade acrescentam valor e qualidade de vida” Carlos Caiado Director Geral Innovance, Luis Simões “Há muitos desafios que hoje se põem nas entregas e na logística das cidades. As dificuldades são grandes e estão a piorar, com fatores como o turismo, as lojas de proximidade e o próprio e-commerce, que não para de crescer, a introduziram mais pressão. Num futuro muito próximo, vai ter que se fazer alguma coisa” “Estamos a investir em aplicações de negócio. Queremos ter a noção do que está a acontecer na distribuição, porque permite contactar os nossos clientes e usar a inteligência artificial para gerir a distribuição, com otimização dos percursos ontime e online” “Podemos no futuro assistir ao fenómeno de uberização das entregas nas cidades. Pode haver operadores de transporte de passageiros que queiram entrar no transporte de mercadorias. Estamos a seguir isto de muito perto as tendências, para perceber se haverá mercado para isto” Sessão “Estado da Nação das TI’s” Célia Reis Diretora Geral, Altran Portugal “O mundo vai ser digital e todos somos compelidos a ajustar-nos a uma nova realidade. A dúvida é como nos adaptamos. A realidade não vai ser igual, nem no contexto industrial, nem no impacto nas pessoas, nem na forma como os setores vão investir no futuro” “Se calhar, a grande explosão vai estar ao nível do cliente. Por exemplo, no setor automóvel, vamos ter uma grande revolução não só na automação, mas sobretudo na própria experiência de condução” “Saber como os clientes vão evoluir, como o share de investimento está distribuído e onde está a grande disrupção são questões importantes. As empresas, pessoas e ensino têm que se adaptar em termos de competências. Temos muitos produtos que associam o desempenho à inovação”

27 Pedro Afonso CEO, Axians Portugal “Como portugueses temos coisas diferentes onde podemos vingar. O nosso valor não pode passar por uma oferta de horas a metro. Temos que apostar na diferenciação e aplicar a nossa capacidade de desenrascanço no processo criativo. Os portugueses são bons a criar.” “Uma inovação é uma invenção que dá dinheiro. É isso que temos que fazer. Criar algo novo que o mundo valorize. É muito importante vender o outcome do trabalho e não o trabalho em si” “Temos que encontrar as coisas que hoje motivam e incentivam os jovens a vir para o digital, para termos mais pessoas no setor. Motivá-los a ter curiosidade e a contribuir para o processo produtivo. É a criar que Portugal pode crescer” Olivier Spreafico CEO, CGI “Queremos entender o cliente, as suas expetativas e para onde vai o mercado. Perceber as grandes tendências e para onde vai o mundo. Tornar-se digital, a cibersegurança e a necessidade de responder aos requisitos regulatórios são grandes tendências em todas as industrias” “A crescente utilização de tecnologias digitais, como a analítica avançada e a robótica, e a colaboração e a interoperabilidade são também grandes tendências comerciais. Já os governos, a braços com pressões de cortes de custos, que abrandam o ritmo de mudança, estão a virar-se para a utilização de clouds publicas e privadas” “O digital e a a cibersegurança são pontos prioritários para Portugal, o que ajudará país a tornar-se mais global. A tecnologia é cada vez mais um driver da mudança e já não um enabler, nesta nova era do digital” Sofia Tenreiro Diretora Geral, Cisco Portugal “Todos pensamos se estamos preparados para um futuro incerto. Mas o futuro é hoje e há que tomar decisões. Temos que pensar sobretudo na cibersegurança, porque vivemos num mundo onde há cada vez mais ataques e mais sofisticados” “Podemos ser atacados por qualquer pessoa em qualquer parte do mundo e já não há indústrias que fiquem de fora. Todas estão vulneráveis. Os hackers estão em todo o lado e os múltiplos equipamentos ligados criam muitos desafios. As pessoas são a principal fragilidade” “Bloqueamos cerca de 20 mil milhões de ameaças de malware por dia e o nosso objetivo é conseguir detetar todas as ameaças e reduzir o tempo para os identificar e travar. Portugal é um dos países que está mais atrasado em termos de soluções de cibersegurança” António Lagartixo Partner, Business Unit Leader, Deloitte “Olhando para a frente, temos consciência que vamos ter desafios e ameaças para enfrentar. A a revolução digital já está a acontecer e vai acelerar de forma exponencial. Se a queremos aproveitar, vamos ter que mudar a forma como trabalhamos, nos relacionamos e trabalhamos em rede” “Temos que tirar partido da quantidade de dados gerados a partir dos devices e das pessoas que são ligadas, que são o centro de tudo o que está a acontecer. E sendo a capacidade de geração de informação será cada vez maior, vamos ter que trabalhar muito ao nível das infraestruturas” “Se queremos surfar esta onda e aproveitar as oportunidades, temos que trabalhar com mais entidades, ir buscar know-how e informação ao exterior da organização e ser mais abertos e em rede com parceiros, clientes e concorrentes”

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