28 - 27º Digital Business Congress | Economia e Cidadania Digitais

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Casos de Transformação Digital Set 2017

27º

27º Digital Business Congress Rosa Cullell CEO, Media Capital “Não estou nada preocupada com a liberdade de imprensa em Portugal. O pluralismo e a diversidade na informação são a norma. O que temos é de continuar independentes e a crescer. Ser empresas fortes e ter parceiros para levantar investimento para o digital” “Grande parte do crescimento do digital está a ser tirado ao free-to-air, onde a queda da publicidade é grande. Vai quase tudo para o digital internacional. Estamos todos a tentar fazer o máximo possível e vamos ter que fazer ainda mais. Mudar a nossa organização e ir à procura de parceiros” “Só as empresas fortes de media vão conseguir libertar financiamento para concorrer com a Google. A alternativa é desaparecer. Por isso, teremos que mudar muito, sem estragar o que de bom temos” 28 SETEMBRO 2017 Abertura Manuel Caldeira Cabral Ministro da Economia “O país tem uma situação única e muito interessante na Europa em termos de qualificações, para captar centros de competências. Estamos a trabalhar muito na atração de novos investimentos, em fazer crescer as startups e na melhoria da oferta de qualificações nacionais. E um desafio que temos” “A economia portuguesa está a ter um bom crescimento, puxado pelo investimento e pelas exportações. Provou, e tem que continuar a provar, que consegue ser competitiva para esta geração mais nova” “Portugal transformou-se num país capaz de responder aos desafios da digitalização e da globalização. O crescimento e competitividade nacional é feito por empresas que trabalham no mercado global, sendo por isso muito mais robusta. Temos que trabalhar todos em conjunto” SESSÃO “Regulação” Luís Manica Diretor de Regulação de Mercados, ANACOM “Concorrência, conectividade, segurança, tecnologia e consumidores são os desafios do regulador. Na concorrência, a compra pela MEO da Media Capital é o grande tema com que teremos que lidar e a que temos que ter atenção espeical. Estão aqui em causa a convergência e os conteúdos” “As concentrações horizontais são um tema que tem vindo a ser identificado na UE e pode levar a estruturas de mercado oligopolistas. Temos também o tema da neutralidade da rede e a qualidade de serviço, OTT’s, com a necessidade ou não de os regular, e a Internet das Coisas, onde poderá também haver questões” “Os CTT continuam a ter uma quota elevada, de 93% do tráfego total em 2016. Vamos definir obrigações de qualidade de serviços e regras de fixação de preços. Temos que contribuir para a reavaliação pelo Governo das condições de prestação do serviço universal postal”

19 Sónia Machado Responsável pela Direção de Regulação e Jurídica, MEO “No roaming, o desafio continuará no futuro, nomeadamente no controlo do uso indevido e na alteração de utilização dos dados. Mas é só mais um entre muitos outros desafios que temos pela frente, que nos vai obrigar a ter mais capacidade de investimento em rede” “A mudança de paradigma que todos sabemos que está a acontecer coloca desafios importantes ao nível da regulação. Previsibilidade, consistência e independência são os maiores, para que o investimento aconteça” “A estratégia da Altice assente, nas várias geografias, na convergência entre telcos, conteúdos e publicidade. Acreditamos que isso é o futuro. Estamos tranquilos e aguardaremos qualquer posição dos reguladores em qualquer contexto” Madalena Sutcliffe Diretora de Legal & Regulatory Affairs, Vodafone Portugal “O código europeu e as novas regras que aí vêm, que serão uma realidade em 2020, têm alguns desígnios importantes. Como encorajar o investimento, não onerando em excesso o setor. É preciso ter cuidado para que essa ideia inicial não seja agora desvirtuada.” “É muito importante que medidas como o roaming e outras tenham a preocupação de encorajar a sustentabilidade do setor e o coinvestimento. Ou seja, soluções que sejam eficientes do ponto de vista económico um país, mais do que o cobrir com três autoestradas concorrentes” “A operação PT não pode ser aprovada, porque cria muitos problemas de concorrência e mercado. Seria um regresso ao passado, com os operadores a pedir acesso aos conteúdos que os portugueses querem. Os conteúdos da TVI são líderes e não são replicáveis. Ter um concorrente nosso a controlá-los seria grave” Filipa Carvalho Diretora Jurídica e de Regulação, NOS “A colocação no mercado do especto para o 5G tem em que ser feita com cuidado. Parece-nos demasiado cedo, porque o 4G ainda não está explorado e o 5G ainda não tem a tecnologia estabilizada e definida.” “Quando se fala em compromissos (na compra da MC pela PT), entramos num mundo muito complexo e de difícil execução, porque os incentivos ao não cumprimento são muito grandes. Não vemos opção que não seja chumbar este negócio, para garantir pluralismo” “Perante esta operação, qualquer operador pode reagir, o que torna ainda mais complexa esta situação. Será uma alternativa ainda mais perniciosa para o mercado em Portugal. O acordo nos conteúdos desportivos foi um excelente exemplo de partilha e de autorregulação” André Gorjão Costa Administrador Executivo, CTT “Temos uma regulação muito direta da Anacom no serviço universal, que hoje em dia este tem peso muito pequeno. Mas todo o pacote regulatório tem para nós uma importância grande. Tem sido feito de forma inteligente e espero que continue a ser” “Espero que o regulador seja proativo e junto do Estado mostre as preocupações que o setor postal tem no futuro. Nomeadamente se em 2020 haverá ou não uma nova concessão do serviço universal. Temos que ter regulação virada para todo o mercado” “Os CTT sempre deram acesso à sua rede a qualquer empresa. Usamos a rede de acesso ao cliente final para diversificar atividades e nunca tivemos abuso de posição dominante. Mas achamos que se tivermos concorrência, que ela seja direta, construindo rede pelo menos numa parte do país”

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