28 - 27º Digital Business Congress | Economia e Cidadania Digitais

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Casos de Transformação Digital Set 2017

27º

27º Digital Business Congress Bruno Mota Partner, BOLD International “Desde sempre tivemos uma cultura de qualidade e de acrescentar valor ao cliente. Fazer o mesmo, mas de forma diferente. Percebemos rapidamente que não acrescentamos nada por sermos apenas executores. Temos que ser inovadores em tecnologia, nos processos do dia a dia, nas equipas e nos recursos humanos” “Queremos entregar mais aos nossos clientes e para isso criámos centros de competências. Hoje, temos 6 diferentes que servem para atrair talento, mas também para nos aproximarmos dos desafios que nos apresentam, para sermos disruptivos e diferentes” “O mindset das empresas para aceitarem a inovação tem que ser maior, porque parte das ideias são trabalhadas à partida. Temos que ser rápidos, estar atentos ao mercado e sempre a pensar no próximo passo” Rogério Campos Henriques Administrador, Fidelidade “Na indústria seguradora existe um potencial enorme de aproveitar as ideias para transformar o processo de negócio e criar modelos mais disruptivos. Mas empresas como a nossa, que têm uma certa dimensão, têm mais dificuldade em gerir conceitos mais diruptivos” “Para tudo funcionar é importante que a organização comece a criar uma abordagem aberta. As pessoas têm que se habituar ao facto de a inovação poder vir de fora. O problema é incorporá-la. Os desafios são enormes” “Deve existir um mindset experimentalista, que dê origem a novos conceitos e a uma visão orientada à experimentação e não exclusivamente centrada em produtos acabados. Temos muita inovação, mas dificuldade em massificá-la. As ideias existem, mas nem sempre conseguem ser implementadas em tempo útil” SESSÃO “Indústria 4.0” Pedro Pires de Miranda Presidente Executivo, SIEMENS “A digitalização não é um nome que por si traga muito valor. Só traz valor se tiver aplicação prática nas nossas vidas. Tem que ser usada para fazer melhor em todas as áreas e setores de atividade, passando tudo a ser digital. O maior crescimento das empresas será sempre na área da digitalização” “A grande revolução da indústria 4.0 é fabricar produtos e testá-los digitalmente, sem os colocar no mercado. Conseguir fazer a simulação do produto, do ponto de vista virtual, e entregá-lo ao cliente num curto-prazo, com todos os testes assegurados” “Estamos a observar uma disrupção do mundo como o conhecemos. Isto tudo através de aplicações B2B e B2C. As apps vão ser o futuro da indústria e é muito importante a qualificação das gerações. Se não tomarmos ações concretas na qualificação de técnicos, será muito difícil termos um progresso sustentado” Rafic Daud Founder, Undandy “Temos 156 mil milhões de configurações de sapatos clássicos masculinos à escolha do cliente, que entregamos em duas semanas, em qualquer parte do mundo. Chegámos hoje a 100 países. Sem fábrica. Isto só é possível com a indústria 4.0” “Estamos a crescer 1000%, com pouco mais de um ano de vida, graças a um modelo de negócio diferente, onde não há inventários nem produção sem venda. O consumidor é integrado e participa no processo criativo, desenhando na plataforma online o sapato que quer” “Não queríamos estar na indústria e não temos perfil industrial. Mas a empresa está a crescer tanto e potencial é tão grande que faz sentido verticalizar a montante, com o investimento numa fábrica já adaptada à industria 4.0. Tem que ser uma fábrica desenhada para as nossas necessidades”

15 Pedro Cardoso CEO, Sonafi “Somos uma fundição de alumínio que trabalha para o setor automóvel e temos um processo tradicional. A conversão à era 4.0 surgiu da necessidade do mercado, para procurar eficiência, produtividade e, no final do dia, ganhar dinheiro, que é o que interessa” “A Sonafi já viveu a indústria 3.0, na década de 70, automatizando as funções das máquinas. Começámos a indústria 4.0, à nossa maneira, nos anos 90. Hoje, temos ligações diretas de internet de cada célula, que comunicam com uma base de dados na cloud, e um sistema de monitorização online em tempo real” “As tecnologias e serviços estão à mão. Se não estivermos ligados com tudo o que é novo e de topo, que contribua para a melhoria da empresa, vamos ficar para trás. O que se procura é a produtividade, a eficiência e a qualidade” Helena Silva CTO, CEiiA “A indústria 4.0 já está em todos os setores e podemos ver várias fases. Na perspetiva do CEiiA, enquanto centro de engenharia e desenvolvimento de produtos, muito ligado à indústria e à universidade, quando pensamos um produto pensamos uma integração de um conjunto de serviços” “Para nós, a indústria 4.0 é uma nova forma de conceber, de industrializar e de usar um produto em operação ou em serviço. Serão produtos usados em comunidades, que farão a sua interação na era digital. São plataformas integradoras de serviços” “A proteção de dados é a preocupação básica, quando falamos de criar plataformas para oferecer serviços numa cidade. A nova legislação traz oportunidade e ameaças. Mas isso é a base de quem entra na indústria 4.0. Porque tudo vai estar ligado a tudo” Francisco Almada Lobo CEO, Critical Manufacturing “Tratamos da digitalização de todos os processos físicos de uma empresa e dos processos de negócio. Este tipo de solução que desenvolvemos atua em questões de produtividade, eficiência, qualidade de produtos e processos e flexibilidade e rapidez de introdução de novos produtos” “Uma das coisas que não se fala muito na indústria 4.0 é a personalização e a costumização, com entrega rápida e preço. É na capacidade de resposta da fábrica ao cliente que está a mudança de paradigma.” “A indústria 4.0 tem que ver com uma automatização mais inteligente e flexível. Não corta, mas modifica empregos. Os recursos mais flexíveis que conheço são os recursos humanos. Em ambiente fabril, haverá sempre espaço para as pessoas. Será é em funções diferentes e não repetitivas” SESSÃO “Liderança no Feminino” Ana Paula Marques Administradora Executiva, NOS “As empresas devem apostar na diversidade, em sistemas de gestão de talento e de performance e em critérios objetivos. A política de recrutamento deve assentar em componentes que eliminem elementos de enviesamento, como o género, focando-se em métodos de igualdade” “A obrigatoriedade de uma quota pode comprometer a qualidade. As empresas têm que escolher pelas competências. Temos que investir no ecossistema de educação e na consciencialização pública. Há gestores portugueses, em empresas cotadas, com mentalidades muito quadradas” “As mulheres têm que ser indiferentes a comentários demolidores e às pressões sociais e ter confiança nelas mesmas. Há muita coisa que depende de nós, como a perspetiva positiva, a resiliência e a confiança”

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