28 - 27º Digital Business Congress | Economia e Cidadania Digitais

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Casos de Transformação Digital Set 2017

27º

27º Digital Business Congress Pedro Amorim Managing Director, EXPERIS “Vivemos um tempo de insuficiência dos modelos tradicionais de recursos humanos, uma mudança de época a que chamamos ‘human age’. Com 4 forças globais: escolha individual, sofisticação dos clientes, revolução tecnológica e demografia” “A gestão de talento enfrenta, sem dúvida, um dos maiores desafios de sempre. O mundo de trabalho está a reconfigurar-se e requer novas formas de o abordar. Com um ciclo de competências muito mais curto e preferência pelas soft skills, porque as hard skills podem ser treinadas” “O dilema de como manter a competitividade nas empresas é comum. E a resposta a passa por reequacionar os modelos de RH. A capacidade de aprendizagem constitui a chave do sucesso para empregadores e trabalhadores, com novas formas de pensar e de abordar o mercado” Rui Grilo Diretor para a Educação, Microsoft Europa Ocidental “Temos que ter um cuidado muito especial na forma como estamos a preparar os alunos de hoje para construir o mundo de amanhã. Algumas coisas começam a vislumbrar-se e a dinâmica está a acelerar. Há quem diga que 2 em cada 3 estudantes que estão hoje no sistema de ensino vão ter profissões no futuro que ainda não existem” “A forma como olhamos para a competência digital vai transformar-se. Hoje, tornou-se consensual que não é só saber usar, mas também ter capacidade de programar. Por isso, iniciativas como o INCoDe.2030 são essenciais no futuro.” “Temos que olhar já para o passo seguinte, que será criar uma geração de estudantes que seja capaz de pilotar, de utilizar inteligências que vão para além da inteligência humana. Temos que ter uma geração para ser competitiva no contexto europeu” Célia Reis Diretora Geral, Altran “As empresas têm que continuar a investir no desenvolvimento de novas competências, em colaboração com universidades, politécnicos e outras entidades, e dar aos trabalhadores as ferramentas necessárias, integrando-os em ecossistemas” “A formação é uma luta diária e constante, porque todas as empresas estão pressionadas pelos resultados. Temos que saber equilibrar, com disciplina e esforço. Está nas nossas mãos fazer acontecer e pode ser feito muito mais” “Tem que se transformar o ensino em algo muito mais prático e adequado à realidade. Criar e desenvolver a resiliência, a capacidade de aprendizagem e o espírito de combate e de adaptação” “Os métodos de ensino inovadores são capazes de formar programadores em três meses e meio. Ficam tão preparados para enfrentar o mercado de trabalho como um licenciado” “A taxa de empregabilidade da Academia de Código é de 98%. Mostra que é um método de ensino intensivo e diferente. Não descansam até os formandos saberem o suficiente para puderem enfrentar o mercado de trabalho” “Há 5 meses trabalhava numa fábrica a polir botões. Demiti-me para ir para a Academia de Código e hoje sou programador na Altran. Não é muito fácil de acreditar” Robin Opinião Aluno, Academia Código

13 Pedro Guedes de Oliveira Coordenador INCoDE.2030 “Há carência de profissionais, jovens sem estudos e capacidade de ensino desaproveitada. O desafio é resolver este problema, que tem que ser visto na sua totalidade. Tem que ser uma ação muito determinada em todas as áreas, desde a educação ao mercado em concreto” “Ter uma iniciativa de qualificações é fundamental para aumentar as escolhas das pessoas. Assim como formar especialistas e ter I&D. Se não for com um programa transversal, não conseguimos” “O desafio da educação em Portugal, em todos os sistemas de ensino, é transformar a informação em conhecimento. É preciso saber o que temos para alterar a situação, ajudando a trazer para a realidade do ensino a tecnologia. Para que este objetivo seja possível, as empresas têm que tornar a tecnologia mais acessível para as escolas” SESSÃO “Open Innovation” Paulo Carvalho Diretor Municipal de Economia e Inovação, CMLisboa Marco Espinheira Diretor do Futuro, CMCascais “Lisboa tem que se assumir como uma cidade capital competitiva e inovadora a uma escala europeia. Uma cidade que tem que pensar global e local. Sendo forte no turismo, mas também na inovação, empreendedorismo e criatividade com impacto local” “Para transformar esta ambição em realidade, definimos 4 grandes motores de crescimento: atração de empresas e de investimento, estratégia de empreendedorismo completamente aberta, atração de estudantes e clusters de futuro” “Estes quatro motores, articulados entre si, fazem todo o sentido. É uma camada e uma forma de pensar inovação aberta e de cocriação bottom-up e top-down. A forma como empresas, municípios e universidades se podem unir em projetos é muito variada. O ecossistema empreendedor de Lisboa é um paradigma muito interessante” “Na autarquia, tentamos funcionar com uma dinâmica de uma empresa, com 4 grandes áreas – território, pessoas, presente e futuro. Aqui, temos um cluster onde o DNA das várias áreas que o integram está todo relacionado” “A nossa visão é sempre de uma inovação aberta. Apostamos muito na cocriação da vila com os cidadãos. As grandes dificuldades que existem prendem-se com a informação: as pessoas saberem quais são os problemas que podem ser a base de qualquer inovação, e o know-how dos colaboradores” “Recorrer ao mercado tem grandes vantagens, porque traz-nos novas formas de pensar e conhecimento que não está na estrutura. Mas o grande desígnio é que a câmara mantenha o que será a chave da inovação aberta, que são os dados dos munícipes. Temos que saber usá-los de forma confiável e segura” Paulo Malta Técnico Especialista - Inovação & TIC, Gab. da Ministra Presidência e Modernização Administrativa “Nos serviços públicos, o tema da inovação é visto de uma forma diferente do mundo empresarial. Mas tem fundamentalmente a ver com a mudança de cultura. A organização tem de perceber que tem que ser inovadora, testar produtos diferentes e perceber rapidamente o que funciona” “Estamos a desenvolver uma cultura de experimentação dentro da AP. Assumimos que não sabemos qual é a solução e até o problema e envolvemos os cidadãos neste processo, em cocriação. Foi o que fizemos com o SIMPLEX no ano passado” “O tema da inovação aberta na AP passa, na perspetiva da modernização, por fazer uma mudança e ver de forma diferente, na perspetiva do cidadão. Estamos muito longe de conseguir, mas já demos os primeiros passos”

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