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26 - APDC Digital Business Movies

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28 jun 2017 | Cinema NOS Vasco da Gama

APDC

APDC DIGITAL BUSINESS MOVIES CO-PRODUCED BY NOS SANDRA FERREIRA CHIEF TECHNOLOGY OFFICER, MICROSOFT PORTUGAL “Temos que garantir que estamos um passo à frente naquilo que é a proteção dos bens que nos são essenciais. Quando sai uma atualização de segurança para aplicações que usamos, a máxima prioridade terá que ser implementá-las” “Quer o Wannacry quer o Petya são exemplos de exploração de brechas que, com a atualização atempada de updates de segurança, teriam sido senão evitadas, pelo menos altamente minimizadas” “Para se conseguir confiar numa cloud, e nem todas oferecem os mesmos níveis de confiança, há vários requisitos a colocar como critério para poder escolher: segurança, privacidade e salvaguarda dos dados” “Cada vez mais, a cloud é o futuro. Porque tem um conjunto de benefícios que são abissais face à evolução digital que temos. Permite aumentar a segurança da tecnologia” MAGDA COCCO SÓCIA VDA – VIEIRA DE ALMEIDA & ASSOCIADOS “O novo diploma de proteção de dados é um regulamento comunitário, o que significa que não tem que ser transposto para o direito nacional. Tem aplicação imediata” “O regulamento não altera drasticamente os direitos dos cidadãos, que já existem na lei atual. O grande burburinho que se ouve tem a ver com as empresas e os incidentes e com o valor das multas, que podem ir até 4% do volume de negócios anual” “Enquanto a segurança é um valor relativamente universal, a proteção de dados não. O conceito varia de país para país, até dentro da própria UE. Trata-se de “um grande desafio. “As questões de privacidade, num mundo global, não se resolvem a nível nacional. A Europa continua a ser muito conservadora em matéria de proteção de dados. Há sempre uma grande tensão entre segurança e proteção de dados. Nos Estados Unidos prevalece claramente a questão da segurança, na UE a da privacidade”.

7 O desafio é grande”, deixa claro a responsável da Microsoft. Magda Cocco reforça esta ideia, referindo tratar-se de “uma alteração drástica para o tecido empresarial”, uma verdadeira “mudança de paradigma”. Até agora, as empresas nacionais tinham que, em termos de utilização de dados pessoais, notificar a CNPD do consentimento do titular dos dados. Com o novo regulamento, essa necessidade desaparece, mas passa a ser obrigatória a existência de registos e evidências, obrigando a um vasto conjunto de regras e compliances que ao muito além da tecnológica e de segurança. A responsável da VdA deixa claro que “enquanto a segurança é um valor relativamente universal, a proteção de dados não”. O conceito varia de país para país, incluindo dentro da UE. Tratase de “um grande desafio. As questões de privacidade, num mundo global, não se resolvem a nível nacional”, adverte, considerando que “a Europa continua a ser muito conservadora em matéria de proteção de dados. Há sempre uma grande tensão entre segurança e proteção de dados. Nos Estados Unidos prevalece claramente a questão da segurança e na Europa a da privacidade”.• O cinema NOS Vasco da Gama juntou cerca de 100 participantes para debater a privacidade e segurança do online

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