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24 - Digital Business Conference| E-Commerce

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23 mai 2017 | CCB

Digital

Digital Business Conference Rita Marques General Manager, OLX Portugal “O OLX começou por ter o foco nos bens de transação rápida e fácil, mas já evoluiu para outras categorias, desde imóveis ao emprego. Tendo sempre em conta o mobile, onde já é feito 60% do nosso tráfego” “Todos os dias são colocados 24 mil anúncios privados no OLX. A dinâmica é rápida neste e-marketplace e só assim conseguimos puxar o tráfego para outras categorias que são mais rentáveis” “Grande parte dos utilizadores não têm muito know-how digital. Por isso, criámos modelos simples e minimalistas, com aproximação paga. Vamos ser disruptivos e criar novas ofertas e tendências” João Leitão Founder & CEO, Followprice “O projeto nasceu para resolver o problema da falta de compra de consumidores cada vez mais exigentes e que perdem muito mais tempo na sua decisão de compra” “Criámos uma solução única que responde aos interesses do consumidor em termos de preços e ofertas. Para as lojas, a proposta de valor aumenta o potencial de vendas” “Geramos confiança a longo-prazo entre a loja e o consumidor. Com transparência. Temos mais de 400 lojas com botão Followprice e o desafio é levá-lo aos 4 cantos do mundo, provando que a engenharia portuguesa tem valor e que podemos crescer em escala”

9 Os players da cadeia de valor, moderados por Ana Felipa Almeida, Senior Manager da Accenture Strategy, deram a sua visão sobre o ecossistema mas são muito exigentes”. Por isso, mais do que ser uma grande empresa, é preciso ser inteligente e ter produtos smart. Gallo, Mistolin e Renova já estão presentes na Alibaba. E o orador acredita que muitas mais vão estar no futuro. Mas há também casos de sucesso ‘made in Portugal’. A FaceStore assume-se como uma startup disruptiva que foi criada há dois anos e meio no mercado nacional para responder às crescentes tendências no digital. Mais do que tecnologias, perceberam que há que olhar para as pessoas e para os seus novos hábitos e comportamentos, nomeadamente nas redes sociais. Escolhem o que querem, onde querem e em várias plataformas e devices. O desafio foi capitalizar a tendência de utilizar as redes sociais, convertendo likes em vendas. “Percebemos que as marcas estavam a usar as redes sociais, mas que 95% não estava a conseguir vender nada aos seus seguidores, porque a sua resposta não era adequada”, refere Paulo Barbosa, Owner & CEO da FaceStore. Conseguiram resolver a equação, criando uma experiência onmi-channel, adequada a cada plataforma. “Criámos toda uma experiência no Facebook, fazendo o processo de compra sem nunca abandonar a rede social. Fomos os primeiros a fazer isto em todo o mundo. Fomos pioneiros nesta área, verdadeiramente disruptivos”, explica. Agora, já estão a trabalhar noutras redes sociais, para já o Pinterest e depois o Instagram. “Ter uma FaceStore permite a uma marca gerir várias lojas em diferentes plataformas com uma gestão de venda centralizada. O cliente só tem que decidir o que quer”, acrescenta, antecipando que o caminho é crescer. “Temos 30 mil clientes a usar a plataforma. O objetivo é ter em 2020 cerca de 300 mil utilizadores em todo o mundo”, projeta.

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