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24 - Digital Business Conference| E-Commerce

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23 mai 2017 | CCB

Digital

Digital Business Conference Alberto Pimenta Diretor de e-commerce, CTT “Há um grande espaço de oportunidade em Portugal para se criar um ecossistema nacional e fomentar o retalho online. Os CTT são claramente uma empresa aberta no ecossistema do e-commerce, porque somos nós que fazemos a ligação entre quem vende e compra” “As empresas têm que apostar a colaboração entre elas, até para fomentar as exportações de produtos nacionais “ “Muito rapidamente todos os problemas nas barreiras ao ecossistema serão removidos. Porque existe vontade dos players nesse sentido. Temos que juntar vontades e competências de todos os setores e áreas. Temos que agilizar processos” Sérgio Ferreira Director of Enterprise Sales Unit, Microsoft “O mundo do retalho está num processo de transformação tremenda, com a disrupção das cadeias de valor. A tecnologia é apenas uma das forças de mudança. Os clientes querem rápido e instantâneo” “Todos os dados recolhidos com analítica avançada permitem fazer previsões das próximas compras e de novas ofertas. É grande área a explorar. Tal como as capacidades cognitivas, com a inteligência artificial” “Alimentar e estimular o ecossistema de startups é critico para estimular a inovação nacional. As ofertas de soluções tecnológicas têm que ser fáceis e económicas, trabalhando com todos os players do mercado”

13 mudou, vai mudar ainda mais.. Por isso, há que ter sempre “propostas de valor ímpares”, com formas de pagamento significativas e ferramentas que permitam conhecer bem o cliente. Notoriedade e confiança são também fundamentais para ganhar escala e crescer. Neste cenário, e para conseguir resultados, é fundamental “unir forças”. O que pode ser feito das mais variadas formas, sendo “uma questão de opção. Existem todos os argumentos para que este modelo possa ter sucesso”. Uma ideia subscrita por Alberto Pimenta, diretor de e-commerce dos CTT, que considera haver dois momentos de ansiedade na compra: o pagamento e a distribuição. “As pessoas querem experiência similar à física na compra online, o que levanta desafios. Temos que ser um grande parceiro dos retalhistas”, dando-lhes múltiplas opções de entrega para o cliente final, explica. Também a Paypal Portugal tem trabalhado no mesmo caminho. O seu Head of Sales & Business Development, Miguel Fernandes, destaca que o projeto nasceu para “remover as barreiras do e-commerce. Hoje, temos 203 milhões de contas de clientes ativas. A Paypal faz parte das nossas vidas”. No mercado nacional, tem sido um “motor para potenciar vendas para fora do país”, através da aposta no trabalho local com as empresas. No fundo, a Paypal funciona como “uma rede global que conhece bem as marcas e os clientes, globais e locais”, acrescentando muito valor à cadeia. A Microsoft “tem estado a trabalhar com todos os parceiros na jornada do e-commerce”, particularmente no retalho, que se tem que adaptar a uma nova realidade, garante o seu Director of Enterprise Sales Unit, Sérgio Ferreira. Perante os novos modelos de negócio que vão surgindo internacionalmente, a mudança é imperativa. E há tendências emergentes, como a recolha de dados para ganhar capacidade de conhecimento do cliente e fazer previsões de próximas compras e de novas ofertas. Esta é uma grande área a explorar, diz, tal como a das capacidades cognitivas. O responsável dos CTT considera que existe hoje um problema de oferta de muitas empresas em Portugal, onde é preciso fazer muito mais. É que “há aqui um grande espaço de oportunidade para se criar um ecossistema nacional e fomentar o retalho online”. Daí o projeto do grupo de criar um e-marketplace. “As empresas têm que apostar a colaboração entre elas, até para fomentar as exportações de produtos nacionais”, acrescenta, ultrapassando-se “fatores estruturais que são uma barreira à digitalização. As skills e o tecido empresarial têm caminho a fazer. Mas há vontade dos players de mudar e de agilizar o processo”, garante. Sérgio Ferreira destaca ainda a importância de “alimentar e estimular o ecossistema de startups. É critico para estimular a inovação nacional e o ecossistema do e-commerce”. Há que encontrar soluções tecnológicas fáceis e económicas, trabalhando com todos os players do mercado, e criando “criar experiências únicas e com valor para os clientes dos nossos clientes”. Miguel Fernandes vai ainda mais longe: “é preciso promover a inovação em larga escala. Se queremos mudar hábitos de clientes, temos que lhe dar algo que seja significativamente melhor”.•

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