22 - Encontro Portugal Incode.2030

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27 abril 2017 | Teatro Thália

ENCONTRO PORTUGAL

ENCONTRO PORTUGAL INCODE.2030 O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior com o Presidente da APDC (à esquerda) e o Coordenador do INCoDe.2030 (à direita) definir a forma como as empresas do universo APDC poderão responder a este desafio, cooperando o mais possível na iniciativa. É que, como salientou Pedro Guedes de Oliveira, coordenador global do INCoDe.2030, este programa “não é algo em que o governo pense fazer tudo. Apenas promove o envolvimento da sociedade e garante a não duplicação de esforços. Mais do que um programa, é um movimento. Onde a coordenação e articulação entre os setores público e privado e a disseminação da informação são grandes objetivos”. COMPROMISSOS E ALERTAS Portugal precisa claramente de uma estratégia nacional para as competências digitais e o INCoDe.2030 vem responder a essa necessidade, ao juntar todos os stakeholders em torno de um projeto comum. Por isso, os líderes das empresas das TIC presentes no encontro - como a Accenture, Altran, Beta-i, Deloitte, CGI, Cisco, IBM, Microsoft, NOS, Novabase e Vodafone - consideram o programa muito positivo no sentido de acelerar projetos e medidas de uma forma abrangente e conjugar esforços dos setores público e privado. Todos salientam que tem Portugal boas infraestruturas, e sendo os portugueses early adopters da tecnologia, o país tem uma enorme capacidade de captação de investimento estrangeiro. Tanto novos projetos nearshore como o reforço das operações das multinacionais já instaladas. Mas a crescente falta de recursos humanos com as capacidades certas poderá travar eventuais novos planos. Assim como o crescimento anémico da economia, porque sem reforço não há

5 Para os players das TIC e Media, é preciso fazer muito mais, em maior escala e em várias frentes no que respeita à formação e qualificação dos portugueses business-cases e capacidade de criação de mais emprego nas empresas. Só assim o país poderá ser mais competitivo. A formação e a requalificação em TIC, numa altura em que a economia é cada vez mais digital, é vista como crítica para o futuro. Os exemplos de criação de academias, de cooperação entre empresas e universidades e politécnicos, no sentido de garantir formação à medida, estão a multiplicar-se e têm-se revelado muito positivos. Mas todos alertam para a necessidade de ter que se fazer muito mais, em maior escala e em várias frentes. A criação de incentivos, como campanhas de informação e sessões de imersão, e as alterações dos programas no ensino básico e secundário serão essenciais para motivar os jovens para a formação em TIC. Acresce a necessidade de programas de formação dos professores em TIC para as salas de aula, porque “é preciso ter competências criticas para suportar a novas tecnologias”. Há ainda que garantir uma maior capacidade na oferta de formação superior mais virada para a tecnologia e o digital, com a definição de currículos adequados às necessidades em termos de competências digitais. O que passa por uma estreita colaboração entre o ensino superior, empresas e startups. Acrescem outros desafios, como encontrar, para projetos mais complexos, os necessários talentos seniores. É que em regra, os melhores acabam por sair do país, numa fuga de talentos que se tem acentuado nos anos mais recentes, em consequência da crise. Aqui, um dos caminhos referidos é a captação de talento no exterior,

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