22 - Encontro Portugal Incode.2030

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27 abril 2017 | Teatro Thália

ENCONTRO PORTUGAL

ENCONTRO PORTUGAL INCODE.2030 Estratégia nacional para reforçar competências digitais O desafio foi ouvir os responsáveis das empresas TIC sobre a melhor forma de implementar a iniciativa nacional para as qualificações digitais, que visa contribuir para acelerar o aumento do emprego e o crescimento da economia. Um plano visto por todos como ambicioso e abrangente, mas possível e crítico para garantir o futuro do país, num mundo cada vez mais digital e globalizado. A implementação da “Iniciativa Nacional Competências Digitais - Portugal INCoDe.2030” esteve em análise num encontro reservado, que reuniu responsáveis das principais empresas Associadas da APDC, a equipa de coordenação do programa e o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor. Presente esteve ainda uma delegação da OCDE em Portugal, com o objetivo de fazer uma avaliação global da ciência e tecnologia e do ensino superior no País. Este encontro informal, que decorreu a 27 de abril, destinou-se essencialmente a ouvir a opinião dos líderes das principais empresas TIC e Media nacionais Associadas da APDC sobre a melhor forma de implementar o INCoDe.2030. O ministro fez o breve resumo dos objetivos que levaram à definição desta iniciativa nacional para as competências digitais, que partiu da constatação de que Portugal está bem posicionado num número significativo de indicadores no âmbito da Agenda Digital Europeia, mas que continua a falhar na qualificação dos recursos humanos para o digital e na participação no mundo digital. CAMINHO PARA A LIDERANÇA Este gap tem-se vindo a acentuar nos anos mais

3 Neste encontro informal, foi analisado o programa nacional para reforçar as qualificações digitais dos portugueses e a forma como as empresas TIC poderão contribuir para o sucesso da sua execução recentes, por várias razões, particularmente em resultado da crise económica que afetou o país e de só 18% da população ativa ter formação superior. Por isso, o Governo decidiu avançar com um programa para enfrentar os desafios que persistem, tendo como objetivos garantir a literacia e a inclusão digitais, estimular a empregabilidade e produzir novos conhecimentos. A visão é a de “tornar Portugal e as suas regiões e empresas atores líderes na Europa no digital até 2030”, resolvendo desafios de curto-prazo e outros de médio e longo-prazo. Para Manuel Heitor, o desafio é enorme, tanto em termos de literacia digital, como de empregabilidade digital ou de investimentos públicos e privados em investigação e desenvolvimento, para permitir mais conhecimento e garantir um engagement contínuo em novos conhecimentos. Por isso, defende que, para “fazer acontecer”, deverão ser reorientados os fundos estruturais. No âmbito do InCoDe.2030, foi criado o Fórum Permanente para as Competências Digitais, com a missão de dinamizar e coordenar as ações do programa. Este organismo tem como líder o presidente da APDC, Rogério Carapuça, que dinamizará e articulará um leque alargado de atores sociais, garantindo uma ampla mobilização e a criação de projetos piloto nos diferentes níveis do mundo digital. Começando por destacar os bons indicadores de oferta TIC nacional, assim como a qualidade do sistema de ensino, Rogério Carapuça considerou que o problema se coloca do lado da procura, mas sim da oferta. “Não temos capital humano com competências digitais e precisamos de reforçar nestes indicadores”, afirmou. Sendo este exatamente o objetivo do InCoDe.2030, defende que é agora necessário

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