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17 - 26º Digital Business Congress

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28 e 29 set 2016 | CCB

26º

26º Digital Business Congress “As dificuldades de inovação remetem para a temática da educação. Estamos num ritmo que é hoje completamente distinto, mas não estou pessimista. Temos condições para entrar num novo loop de inovação em Portugal” “A preocupação da GfI é de atrair mais investimento para o país. E estamos a conseguir captar talento em tecnologia” “Temos que manter o país aberto, com políticas ativas de captação de investimento estrangeiro” Nuno Santos CEO, GFI Portugal “Existe vontade de fazer diferente nas empresas. Ser mais competitivo e eficiente são objetivos, dando mais valor aos clientes. Temos visto processos de inovação nas empresas” “Há ainda grandes desafios a ultrapassar, nomeadamente no talento, que é hoje muito diferente. Há que promover novos ambientes de trabalho. Os desafios são grandes e as empresas têm que fazer diferente. Isso é fundamental” “Não podemos ter nunca muitas pessoas à saída das universidades se não tivermos muitas mais à entrada. Temos avançado muito lentamente nesta matéria” José Correia Diretor-Geral, HP Fernando Braz Executive Director, SAS “O mercado já olha de forma menos tímida para a questão da analítica, porque todos querem processar dados com qualidade. Temos casos interessantes de projetos analíticos diferenciadores para processar milhões de dados e criar mais valor” “Há hoje grandes empresas nacionais a inovar e a liderar nestas matérias, usando a Internet of Things para tratar dados e aportar mais valor ao cliente” “As multinacionais investem muito em inovação em Portugal. Mas estes investimentos têm que ser estimulados pela economia e ainda não o são. Tem que se definir uma estratégia e uma política que não mude cada vez que muda um governo. No fundo, ter um plano para o país” SESSÃO “A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DOS NEGÓCIOS – PARTE I” Graça Fonseca Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa “Na AP, precisamos de partir daquilo que as pessoas e os empresários identificam como problemas para construir soluções. Temos que deixar de adivinhar e falar com as pessoas, para nos dizerem quais os principais problemas e bloqueios e porquê. A lógica do Simplex 2016 foi o deixar de adivinhar” “A modernização administrativa só terá sucesso se estiver enraizada em toda a estrutura do Estado. Em maio de 2017, quando fizermos o balanço de 2016 e as metas a alcançar, apresentaremos resultados do envolvimento dos trabalhadores” “Portugal é um país que tem um potencial grande de desenvolvimento de projetos integradores de territórios nas mais variadas áreas. Mas não o tem feito. Vamos procurar promover esta área, envolvendo o digital e o físico”

27 João Azevedo Coutinho Administrador, BRISA “Depois da fase de grande construção, temos que saber como nos ligar aos portugueses. Tivemos que reorganizar todas as nossas atividades e reestruturar canais, definindo uma nova visão estratégica e uma nova imagem” “Começámos a olhar para novas áreas de relacionamento com os clientes e estamos a avançar com ofertas digitais. A app que lançámos para endereçar o tema do estacionamento é um exemplo” “Há muita tecnologia envolvida nas nossas ofertas, como na área da monitorização, da bilhética desmaterializada e de todos os sensores. Estamos abertos para falar com todos os fornecedores neste processo de mudança” Luis Araújo Presidente, Turismo de Portugal “O turismo é dos setores que, por ser de serviços e de pessoas, mais tempo demorou a entrar no digital. Mas hoje, o digital está presente em todas as fases do processo: experiência, comercialização e promoção do destino” “Há muito para desenvolver e muitas possibilidades de cruzamento de informação entre setor tradicional e startups que estão a surgir, com foco na divulgação e venda. Esta fusão é fundamental para podermos ser mais competitivos” “Temos que levar para o ADN da AP a fusão entre o digital e o tradicional, para sermos ainda mais competitivos num setor tão disputado como é o turismo. Há um conjunto de iniciativas que vão muito além da promoção da marca Portugal” Manuel Castelo- Branco Vice-Presidente, CTT “No negócio postal, há uma tendência de redução da área core. Por isso, temos que nos transformar, alavancando nos nossos ativos: rede de retalho, frota e a maior rede de distribuição nacional porta a porta. Temos que diversificar fontes de receitas” “A nossa diferenciação tem que ser cada vez mais pela tecnologia. Temos que usar a tecnologia para adicionar serviços e poder usá-los. Por isso apostamos em ferramentas tecnológicas, no âmbito do plano tecnológico e digital iniciado em 2015” “Os mercados crescem e os clientes estão a mudar a forma de interagir com a empresa. Temos que mudar a forma de fazer negócio e dar uma experiência diferente ao cliente, percebendo o que é que ele quer” Rui Assoreira Raposo Administrador Executivo, José de Mello Saúde “A transformação digital está a ocorrer no grupo, assentando na experiência do cliente. Mapeámos todo o processo e pontos de contacto, melhorando os constrangimentos encontrados. Foi assim que nasceu o myCuf, a tradução do interface digital entre o grupo e os clientes” “Digitalizámos 80% das interações que o cliente tem com o hospital, para melhorar a experiência de utilização, e personalizámos o que é mais sensível e que requer uma relação mais cuidada. Temos o projeto instalado e a funcionar em dois hospitais e estamos em fase de rollout para outras unidades. Os resultados são espantosos” “Fazer sempre melhor e melhorar a experiência do cliente vai continuar a ser a aposta do grupo, envolvendo todos os fornecedores do ecossistema. O digital na CUF ainda não é banal mas já é essencial”

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