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17 - 26º Digital Business Congress

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28 e 29 set 2016 | CCB

26º

26º Digital Business Congress SESSÃO “EMPREENDEDORISMO DIGITAL” Alexandre Barbosa Co-fundador e Managing Partner, Faber Ventures “O ecossistema empreendedor ainda está no início, mas Portugal está bem posicionado. Esta transformação vai continuar e trazer muitos benefícios. Há muito caminho a percorrer, mas vamos conseguir, porque existem muitas oportunidades. Esta é a altura correta para os internacionais investirem em Portugal” “Ou estamos comprometidos em fazer algo inovador que cria valor ou não vamos conseguir vingar. As expectativas são mais elevadas, porque há uma grande oportunidade de exposição internacional das empresas portuguesas” “Criar empresas de sucesso envolve muito trabalho e disciplina. Se nos preparamos bem, colaborarmos e desenharmos uma boa estratégia, vamos ter sucesso. Não podemos ser superficiais, temos que garantir um impacto positivo” Andreia Campos Branch Manager, Farfetch “Temos ótimas empresas no mercado nacional, grandes produtos e equipas que lutam pelo mercado. Mas por vezes, a indústria não está preparada para olhar para os produtos, integrá-los e assumir o risco” “Um dos nossos maiores desafios é que se temos grandes empresas e grandes equipas que lutam pelo mercado, este nem sempre está preparado para ver estes produtos na internet” “Ao criamos uma startup, temos que criar valor, contratar pessoas com talento e ter algo único. Não acho que ficar em Portugal seja limitativo e há exemplos que mostram que podemos ter raízes no país” Celso Martinho CEO, Bright Pixel “Portugal está a viver um momento mágico. Nas últimas décadas, tivemos muito pouco espirito de empreendedorismo e grande aversão ao risco. Mas nos últimos anos, assistimos a uma enorme mudança cultural nas gerações mais jovens” “Se as mudanças continuarem, vai tudo correr bem. Temos que encontrar o caminho para o crescimento e sustentabilidade, mas estamos no início do processo. Há muitos constrangimentos, mas também muitas oportunidades” “Este é o momento certo para começar a investir em Portugal, sendo por isso muito importante saber atrair investidores estrangeiros. Temos um país excelente, com grandes profissionais, sentido de comunidade e muito talento. Mas temos que reduzir a complexidade e a burocracia e criar um ecossistema positivo” Pedro Rocha Vieira Co-founder e CEO, Beta-i “Muitos investidores estrangeiros dizem-nos que estão a acontecer muitas coisas boas em Portugal, mas que o mercado é muito imaturo. Um dos desafios é conseguirmos ter capacidade para mais casos de sucesso e trazer novos empreendedores. Temos que crescer” “A disrupção digital está a acontecer em todas as indústrias. Temos que perceber como é que está a afetar as grandes empresas, olhar para o roadmap da inovação, ver onde estão os desafios e como é que as startups lhes podem responder” “As startups são um bom parceiro, porque criam soluções assentes na tecnologia para as grandes empresas. Acrescentam valor, reduzem o ciclo de integração e o custo da inovação. Já há uma mudança de mentalidade nos líderes das empresas, que estão cada vez mais atentos, mas leva tempo definir como é que as startups podem fazer parte da equação. É um desafio”

19 SESSÃO “THE TOP JOBS IN 10 YEARS” Raul Coutinho Garrido CTO and Founder, Marionete André Gil Managing Partner, Bliss Applications Bruno Oliveira Piloto de drones, AirServices “Um data scientist é um profissional com competências analíticas, que está confortável para trabalhar com dados em tempo real. Tem que garantir a resolução fácil de problemas e o melhor desempenho na análise de dados” “As pessoas não querem esperar, querem tudo na hora. A gestão de dados tem que ser mais cuidada e feita de forma totalmente diferente. Abre-se aqui uma oportunidade para uma nova vaga de profissionais, que resulta do mundo digital” “As parcerias não estão no ADN dos portugueses. Mas é importante ter parceiros em diferentes áreas tecnológicas, porque há cada vez mais complexidade e a especialização é essencial. No futuro, as parcerias serão cada vez mais importantes” “Nos EUA, um concorrente nunca é visto como tal, mas como alguém que está ao nosso lado e que nos pode tornar mais fortes. A integração torna as ferramentas mais fortes e isso só é possível através de parcerias” “Há uma evidente mudança de mentalidades. As preocupações começam a ser diferentes e as pessoas já não pensam em trabalhar para, mas sim em trabalhar com. Porque os nossos projetos não funcionam sozinhos” “As empresas precisam de promover e enriquecer as competências dos seus profissionais. É importante termos especialistas nas equipas. Há projetos específicos que podem ser feitos com recurso a especialistas freelancers, mas em projetos mais complexos, que exijam maior acompanhamento, isso já não é possível” “A mentalidade portuguesa não está pronta para dar valor às novas profissões, simplesmente porque não estão enquadradas no padrão dos engenheiros e dos médicos. Ser piloto de drones é visto como uma brincadeira” “Estão a ser formadas pessoas com muitas competências. Mas os alunos ainda não saem das faculdades preparados para o mercado de trabalho: têm todas as skills técnicas, mas faltam as outras, as soft skills” “Portugal tem um caminho ainda a percorrer para ajudar as pessoas a serem bemsucedidas como profissionais freelance. A política fiscal atual e os modelos de recibos verdes são barreiras importantes” SESSÃO “ESTADO DA NAÇÃO DOS MEDIA” Luís Castro Mendes Ministro da Cultura “Há novos desafios que se apresentam aos media, numa sociedade que funciona em rede e que está em mudança acelerada. Os próximos anos serão marcados, em Portugal e no resto do mundo, por uma profunda transformação estrutural dos meios de comunicação social, pelo que se torna necessário uma adaptação às novas formas de consumo” “O panorama dos meios de comunicação social e audiovisual está a evoluir muito rapidamente, com a crescente convergência entre a tv e os serviços distribuídos via Internet. O governo está a trabalhar na construção de respostas adequadas a esta nova realidade” “Face ao desenvolvimento de novos paradigmas de consumo de media, cabe à RTP fazer a evolução de operador de serviço público de rádio e tv para operador de serviço publico universal de media multiplataforma. Situando-se na linha da frente da inovação e servindo todos os públicos com uma oferta diferenciada e abrangente”

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