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17 - 26º Digital Business Congress

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28 e 29 set 2016 | CCB

26º

26º Digital Business Congress Ricardo Macieira Coordenador, Airbnb Portugal “O projeto surgiu de uma necessidade de mercado. Somos uma empresa tecnológica mas também uma comunidade. É isso que nos diferencia. O conceito do room sharing e otimização de recursos está no nosso ADN” “Toda a experiência que se gera entre o anfitrião e o viajante é gratificante e positiva e explica o nosso crescimento. Vem do word of mouth. Temos 100 milhões de viajantes a usar a plataforma” “O foco está na nossa comunidade, nas melhorias de experiência e em dar as ferramentas necessárias aos anfitriões para que estes usem a plataforma da melhor maneira. Testando novos projetos em pequena escala” SESSÃO “QUALIFICAÇÕES DIGITAIS” Mílton de Sousa Associate Professor Adjunct and Academic Director of the CEMS MIM, Nova SBE “Esta revolução digital tem algo muito particular: acontece pela primeira vez em todo o mundo, é transversal a todos os quadrantes da sociedade e a velocidade é alucinante” “A criação de modelos de negócio globais e revolucionários passa sempre pelo digital. As empresas já não são portuguesas ou espanholas, nascem como globais. Por isso, tem que se criar uma cultura em que as pessoas estão confortáveis com o desconforto” “Tem que haver uma revolução no ensino, abandonando-se o sistema fechado tradicional e hierárquico e adotando-se um modelo orientado para o mundo digital. Que prepare as crianças para o futuro, seja mais dinâmico e experimental e leve os alunos a questionar, propor e falhar” Célia Reis Diretora-Geral, Altran Portugal “O digital é uma oportunidade de requalificar pessoas que estavam noutros setores. Nas empresas, espera-se cada vez mais que os colaboradores tenham uma atitude inovadora e uma componente forte de soft skills” “Estamos num mundo global, em que o panorama de jogo é igual para todos. A geografia não é um limite e a partir do nosso país podemos trabalhar para todo o mundo. A competição é boa e obriga a ultrapassarmos os nossos limites” “O mundo da transformação digital é também de parcerias. Mas não é natural em Portugal trabalharmos em equipa. Ainda temos alguns passos a percorrer, mas vamos todos mais longe quando partilharmos conhecimento” José Pedro Inácio Administrador, Seguros LOGO “A curiosidade intelectual e a capacidade de adaptação são cruciais. Os alunos devem ser ensinados a pensar ou ficar sentados a ouvir? A atitude tem que ser flexível, dinâmica e proativa, porque o contexto está a mudar” “A transformação de uma empresa só se faz se houver alguém a mostrar o caminho. Não há liderança sem talento, sem execução e sem erro. O exemplo tem que vir do líder” “Vivemos numa realidade de parcerias em que o que é meu é meu, o que é teu é meu. Não pode ser assim. Já mostrámos que os portugueses se integram na perfeição nas várias equipas multiculturais e acabam sempre por liderá-las. Temos que saber explorar esta nossa capacidade”

17 SESSÃO “CIDADES DIGITAIS” António Almeida Henriques Presidente, Câmara Municipal de Viseu; Vice-Presidente, Associação Nacional de Municípios Portugueses Duarte Cordeiro Vice-Presidente, Câmara Municipal de Lisboa Filipe Araújo Vereador do Ambiente e Inovação, Câmara Municipal Porto Miguel Pinto Luz Vice-Presidente, Câmara Municipal de Cascais “Há três dimensões a que temos que responder nas autarquias: atitudes para chegar às pessoas, resolução concreta de problemas e limitação dos orçamentos. Há que ver como é que a tecnologia nos permite chegar aos cidadãos de forma eficaz e alocar orçamentos mais pequenos” “A felicidade é o conceito base da estratégia que estamos a seguir, associada à lógica da qualidade de vida. Sobre isto, definimos uma estratégia assente em 3 pilares: social, desenvolvimento económico e coesão territorial” “Aproveitar as boas práticas e saber disseminá-las tem que ser um objetivo das autarquias para conseguir que o país seja menos assimétrico. Portugal, na dinâmica das cidades, e com parceiros tecnológicos, está muito à frente. Todos temos a ganhar em trabalhar em rede” “Lisboa tem condições para se tornar um dos principais hubs de inovação, criatividade e do digital. Em 2015, tornámo-nos a capital europeia do empreendedorismo” “O nosso desígnio é fazer disto uma oportunidade de crescimento e de fixação de empresas de base tecnológica. Temos um ecossistema empreendedor muito grande, uma comunidade que aceita desafios e que cria soluções para problemas concretos” “As cidades devem-se disponibilizar para serem espaços de experimentação. Tentamos inovar e há projetos em que nos inspiramos noutras cidades. Inspiramo-nos e também somos inspiradores. Esse é o papel das autarquias enquanto gestores de cidades, trabalhando de forma colaborativa” “Tudo o que temos feito, em todas as cidades, pode ser aproveitado no seu conjunto para potenciar o país. O Porto beneficia de um ecossistema que é apoiado no setor do conhecimento e já surgiram boas ideias, empresas e projetos que propiciam soluções para o dia a dia e tornam-nos mais competitivos a nível mundial” “O objetivo final das cidades digitais é melhorar a qualidade de vida do cidadão. Há exemplos palpáveis que alavancam a economia e promovem o desenvolvimento da cidade, com novos modelos de negócio” “Precisamos que a sociedade civil se envolva mais na cidade, nos seus problemas e na sua resolução. Há muito para fazer, mas muitas oportunidades. Todos temos o problema do centralismo, mas o que nos une é muito mais do que o que nos separa” “Os autarcas têm que encontrar formas de prestar serviços com qualidade e maior densidade. O digital não é fim em si mesmo. Permite a oferta de melhores serviços e a redução de custos. Cada vez mais, as cidades têm que fazer mais, melhor e com menos” “O digital trouxe transparência aos processos de decisão, o que é essencial. Os cidadãos têm mais acesso à informação e há uma maior responsabilização, tanto dos autarcas como dos cidadãos, através de iniciativas como o orçamento participativo” “No mercado das cidades, a concorrência é sempre saudável. Temos muito a aprender uns com os outros, sendo a capacidade que temos de partilhar as boas práticas central para os nossos projetos de felicidade”

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