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17 - 26º Digital Business Congress

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28 e 29 set 2016 | CCB

26º

26º Digital Business Congress Rogério Campos Henriques CIO e Membro Conselho Administração, Fidelidade “É fundamental criar um sentido de urgência na forma como temos que transformar a realidade empresarial, os negócios e a forma de pensar. Não é por atirarmos dinheiro e tecnologia para cima dos problemas que eles se vão resolver, mas sim por transformar processos de negócio e a forma de trabalhar” “O tema já não é só tecnologia e processos, mas sim cultura e pessoas. Temos muita margem de manobra para abrir as organizações, criar uma nova dinâmica em que as várias áreas colaborem entre si e ter processos de inovação aberta” “Estou otimista, sempre e quando sejamos capazes de trabalhar em conjunto dentro das empresas, entre organizações e setores diferentes, numa lógica de criar ecossistemas. E de, em conjunto com o Estado, resolver os bloqueios que persistem de ordem legal e organizacional” Miguel Stilwell de Andrade Presidente, EDP Soluções Comerciais “O digital tem que ser visto como um instrumento que tem que estar ao serviço da estratégia da empresa e que a operacionalize. Devemos aproveitá-lo ao máximo e interiorizá-lo, pois não basta criar uma estratégia digital, ela tem que fazer parte do dia a dia” “Só encontrando talento que se possa injetar nas organizações é que estas conseguem catalisar as alterações do digital. Há que ter objetivos perfeitamente definidos, sabendo para que se vai usar o digital, caso contrário, não acrescenta valor, sendo apenas uma buzzword que passa ao lado” “Todas as organizações têm uma certa inércia e uma máquina montada. Mudar passa muito por evangelistas, por pessoas que catalisem a mudança interna. Implica ter uma perspetiva de médio e longo prazo” David Ferreira Alves CIO, Sonae “A cultura é o ponto chave e é sobre ela têm que se fazer alterações significativas. Não é possível fazer uma mudança cultural fechados nos nossos gabinetes. Precisamos de espaços novos e renovados, espaços comuns onde todos trabalhem e interajam” “Assumir o erro retira barreiras psicológicas às pessoas e incentiva à mudança. Além das skills de inovação e técnicas, é preciso ter um conjunto de soft skills dentro das organizações que hoje ainda são pouco trabalhadas. Só elas permitem a capacidade de transformar tudo em relações humanas” “Temos que saber passar de uma cultura de conhecimentos para uma cultura de conhecimento, colocando as pessoas a trabalhar em rede. É isso que irá potenciar a transformação e a aceleração da mudança” Stephan Morais Administrador Executivo, Caixa Capital “Estamos a atravessar em Portugal um período de revolução muito positivo. Nos últimos cinco anos, assistimos à criação de uma geração que não tem paralelo na história, qualificada e com ambição global. Apesar de estarmos no início, temos já empresas que levantaram rondas de capital muito significativas e que estão a crescer” “Não devemos desvalorizar esse movimento, que é um movimento de base da sociedade portuguesa que está a acontecer pela primeira vez. Mas não podemos embandeirar em arco. Há há uma série de serviços que começam a estar disponíveis noutros países e não estão em Portugal, que estão a transformar e a digitalizar a economia e a forma como trabalhamos. Mas não chegam ao país” “Portugal é um mercado pequeno, com baixo poder de compra e sem massa critica. Temos que estar atentos como sociedade, porque corremos o risco de ficar numa segunda divisão mundial de serviços digitais. Isso só se contorna criando riqueza e com politicas muito direcionadas para facilitar, desburocratizar e eliminar os entraves”

15 SESSÃO “A TransformaçÃO DigiTAl dos TerriTÓRios” Rui Bento General Manager, Uber “O nosso grande objetivo é tornar a mobilidade mais eficiente e mais partilhada nas cidades. Posicionamo-nos como uma grande opção de mobilidade, que seja uma alternativa das soluções de transporte que existem, fiável e conveniente” “De futuro, a visão pode passar por dois planos para os quais olhamos com muita atenção: as viagens partilhadas e on-demand e, a longo-prazo, os carros de condução autónoma. Há aqui um potencial incrível, até no tema da segurança” “Informação e dados são muito importantes nos processos de decisão e no que fazemos, para o processo de expansão e o crescimento para novos mercados e produtos. A Uber é muito obcecada pelo uso inteligente da informação, em usar a informação agregada como um ponto de partida para tomar a melhor decisão” Francisco Simão Head of Strategy and Development, CTT “A proximidade e o físico vão permanecer com o digital como algo que é valorizado. É uma vantagem competitiva para os CTT que mais nenhuma instituição tem em Portugal” “Queremos alavancar nas potencialidades que o mundo do digital dá, para potenciar a escalabilidade dos nossos ativos. Com o negócio core em declínio, a digitalização traz a oportunidade do ecommerce. Há todo um mundo de oportunidades” “Não podemos pôr a tecnologia como foco. Temos que pensar em fazer coisas, em casos de uso concretos. Esta é a abordagem certa para o mercado, aproveitando a rede postal e as suas capacidades para pensar novos negócios” Luís Capão Administrador Executivo, Cascais Ambiente – EMAC S.A. “Agarrámos na componente de operação, dotando-a de tecnologia para lhe dar mais eficiência e eficácia. Com isso, tirámos uma enorme pressão do território na área do ambiente e garantimos uma pegada ecológica bastante mais reduzida” “Passámos a trabalhar com os cidadãos e não para os cidadãos, o que, com as inovações operacionais e tecnológicas, nos permitiu aliviar o concelho em termos ambientais e financeiros. Somos hoje considerados uma empresa pioneira em smart waste management” “Cascais está a desenvolver uma estratégia de inteligência urbana que congrega vários atores, de forma a conseguir ter maior previsibilidade. Ao envolver os munícipes, estes sentem-se co-criadores e a autarquia gere muito melhor o seu território” Miguel Rodrigues Intelligent Traffic Systems Head, Siemens Portugal “O potencial de otimização nas cidades, através da tecnologia, é gigante. É preciso dotar a infraestrutura de inteligência e de recorrer à IoT para empacotar a conetividade dos dispositivos” “Com um portefólio de mobilidade que assenta sempre nas infraestruturas em todas as áreas, estamos a apostar na transformação dos territórios” “Facilmente aderimos às buzz words. Mas a cloud não resolve por si nenhum problema de forma objetiva, as várias aplicações que a utilizam é que resolvem. O big data não é nada, tem que se fazer qualquer coisa com os dados. Sem ter um plano para pôr as coisas no terreno e um enquadramento estratégico, não se consegue nada”

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