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17 - 26º Digital Business Congress

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28 e 29 set 2016 | CCB

26º

26º Digital Business Congress 28 NOVEMBRO 2016 SESSÃO DE ABERTURA Rogério Carapuça Presidente APDC “O nosso setor tem vindo a cumprir cabalmente a sua missão, criando a infraestrutura física e aplicacional necessária e promovendo a sua utilização ao melhor nível da UE. Mas a nossa população e as nossas empresas tiram menos partido do que o desejado desta realidade” “Teremos que apostar na qualificação e requalificação dos nossos cidadãos e na sua integração numa plena cidadania digital. Mas, para além disso, a nossa economia tem de crescer. O caminho para a igualdade de oportunidades, para a realização plena do indivíduo não se faz sem crescimento económico” “Vender global é necessário, mas também é necessário fixar investimento, criar emprego e atividade económica no nosso território. O nosso ecossistema de inovação também tem de conseguir isso e esse é um enorme desafio. Os Estados têm que garantir um ambiente favorável aos negócios” Maria Manuel Leitão Marques Ministra da Presidência e Modernização Administrativa “A evolução digital da AP tornou mais exigentes empresas e cidadãos. Mas há novos desafios que se colocam no online, como a inclusão digital e a inovação, o que exige desenhar serviços de forma diferente. Para inovar há que experimentar e para isso é necessário criar espaços de inovação” “Reforçar as competências digitais é um grande desafio, mas há que investir nas pessoas. Na AP, este problema assume uma dimensão critica. Temos vários instrumentos de apoio para projetos de inovação social na área das competências, nomeadamente com desempregados” “Queremos um modelo global de governação para as TIC na AP que seja aberto a toda a sociedade. Só assim ganharemos eficiência e teremos inovação. Mesmo que os objetivos sejam diferentes, há desafios comuns entre AP e os privados no que se refere ao digital” Marcelo Rebelo de Sousa Presidente da República “A economia e cidadania digitais constituem elementos privilegiados de um novo mundo que chegou para ficar e que promete mudar a um ritmo quase alucinante. Quem ficar de fora desse mundo encontrar-se-á na posição ingrata de irreversivelmente excluído. Em Portugal, há dois países: um que tende a ser dominante e outro residual, que fica excluído” “Estamos a viver uma revolução silenciosa no domínio do digital, da inovação empresarial, das startups, do envolvimento dos jovens, académicos, investigadores e gestores. Há agora que estimular essa revolução, fazendo chegar o seu sopro criador ao outro Portugal tão sofrido pelo passado e menos virado para o futuro” “Temos que nos assumir cada vez mais pelo que constitui a nossa vocação desde sempre: uma plataforma entre culturas, civilizações e continentes. Há que atrair mais investidores com estratégias de médio e longo-prazo, apostar na perspetiva TIC, na produção de conteúdos, fomentar algumas ruturas e promover inovação incremental. Temos que olhar para o espirito irreverente e irrequieto das startups e pensar em redes e parcerias alargadas”

13 SESSÃO “ESTRATÉGIA DIGITAL” Luís Pedro Duarte Managing Director, Accenture Strategy “O digital é uma nova combinação de conhecimentos. Vamos ter novas linguagens. O estudo APDC revela que há uma evolução muito grande a fazer neste domínio e que temos um problema sério no que toca ao talento. Nunca, como nos dias de hoje, combinar capacidades técnicas com capacidades criativas foi tão fundamental” “O digital é utilizar a tecnologia para criar e experimentar, incorporando um estado permanente de mudança. As empresas têm que se tornar mais experimentalistas e isso é essencial, tanto do ponto de vista processual como cultural, criando-se uma verdadeira alteração de paradigma” “Em Portugal, há uma necessidade imperativa de acompanhar a transformação para o digital: o que não significa crescimento. Há um desafio crítico de atratividade e de mercado e temos que ser competitivos. É um desafio para o país acelerar as necessárias alterações estruturais” Sérgio Lee Sócio, Deloitte “Temos que perceber de que forma, enquanto organizações, conseguimos captar a oportunidade do digital. A característica de quem tem tido mais sucesso na transformação passa pela coerência digital, o implica cultura, talento, liderança e estratégia. É possível implementar culturas organizacionais novas, mas demora tempo. O segredo está em alterar rapidamente comportamentos” “Não temos as características de uma cultura digital: flexibilidade, autonomia, colaboração e agilidade. Somos um país com medo de errar, que ostraciza o erro, o que trava a inovação e o empreendedorismo. Esta mudança demora tempo a ser implementada, mas o ritmo de transformação do digital é muito elevado. “ “Temos o grande desafio de conseguir induzir comportamentos que não são naturais. Só as alterações de contexto poderão conduzir à mudança de comportamento das pessoas” Luís Marques Mendes Advogado “Portugal está no bom caminho e com tendência positiva, sobretudo porque vivemos tempos de dificuldades. A mudança de paradigma nacional é visível nas mais variadas áreas, mas temos várias fragilidades e há ainda um país a várias velocidades. O Estado é um exemplo: tem muitos avanços, mas também muitos atrasos” “Há muita resistência à mudança nas pessoas, empresas e setores. Por isso, temos que conhecer o que é menos bom, para o podermos corrigir. Neste âmbito, a continuidade de políticas públicas é fundamental, tal como a liderança, sensibilidade e capacidade de investimento na AP” “Não temos alternativa a não ser acompanhar a estratégia do digital. Porque o investimento da economia digital reduz a nossa periferia. Caso contrário, criaremos uma cultura de nova exclusão e de pobreza”

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