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15 - Digital Business Breakfast

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2 jun | 8h30-10h30 Hotel Ritz Four Seasons

digital business

digital business breakfast Susana Pascoal DIRETORA DE MARKETING E INOVAÇÃO DA LUSITÂNIA “As seguradoras, ainda que o queiram muito, não trabalham o conceito de cliente. De facto, às vezes o cliente é uma apólice paga anualmente e que nunca teve sinistros. Estou em crer que este naipe de informação que agora nos surge de uma multiplicidade de canais nos vai ensinar.” “As tecnologias são mais do que um enabler. São um parceiro que nos faz ir mais longe. Temos que ver cada vez mais os produtos como serviços com valor acrescentado. Prestamos serviços úteis, para quem compra e quem usa.” “Qualquer empresa que conheça os seus clientes e lhe faça uma oferta de valor que sendo massificada, é costumizada, à medida do cliente, é nossa concorrente. As seguradoras ainda não têm essa capacidade.”

9 No painel de debate, moderado por Filipe Ribeiro (CTT), estiveram responsáveis da Lusitânia, Açoreana, Logo e Liberty tudo, elementos novos que aceleram a necessidade de as ultrapassar. O universo de dados que é hoje produzido a partir das mais diversas origens e dispositivos é um desses elementos. Tendo um grande potencial, representa um desafio para as seguradoras porque exige “uma nova capacidade tecnológica” para tirar informação e conhecimento. “Temos um conjunto de dados de todas as naturezas e a organização tem que ter a capacidade de ter todos os meios – tecnológicos, organizacionais ou competências individuais – para transformar os dados em conhecimento. Conseguindo assim crescer e ter um negócio sustentável, ganhar quota de mercado, otimizar as operações, reduzir riscos e limitar os processos de fraude. Há todo um potencial que está à porta das empresas”, destaca este keynote speaker. O problema não é de ofertas tecnológicas específicas para o setor, que estão disponíveis, como garante João Moradia, mas de estratégia. Na sua visão, as seguradoras têm que ter em conta dois princípios fundamentais: “o cliente não é uma folha em branco”, pelo que a proposta de valor oferecida “tem que se encaixar na sua realidade e necessidades”; e essa proposta de valor tem que ser percebida como importante. EVOLUÇÃO OU REVOLUÇÃO? No período de debate que se seguiu, moderado por Filipe Ribeiro, dos CTT, os vários responsáveis do setor foram unânimes em admitir que, apesar da evolução já registada, as seguradoras ainda têm um longo caminho a percorrer. Se

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