14 - Executive Breakfast | Migração de Valor na Indústria de Telecom na Europa

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17 março 2016 Hotel Ritz Four Seasons

EXECUTIVE BREAKFAST

EXECUTIVE BREAKFAST VALOR DAS EMPRESAS DE INTERNET (OTT’s) 427,3% “O segmento das empresas de Internet evidencia um relevante crescimento, sendo o segundo maior dos setores analisados” Fonte: Altran Business Consulting (2015); Worldscope (2015) CAPITALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DE INTERNET (OTT’S) 1 - TEM REPORT - “Este segmento é claramente liderado pelas companhias dos Estados Unidos, onde se destaca a Google, com 44% do valor total de todos os players analisados” Fonte: Altran Business Consulting (2015); Worldscope (2015) 2 - TEM REPORT -

17 clientes, tanto residenciais como pessoais e empresariais, diz o responsável da Vodafone. Este é um desafio para toda a indústria e obriga, na sua perspetiva, ao estabelecimento de parcerias ou alianças para conseguir levar os mesmos serviços end-to-end aos clientes. Também para a PT Portugal este terá que ser o caminho. “Está claro e é o resumo que sai daqui: não dá para estar sozinho neste mercado”, adianta João Sousa. As parcerias terão que ser feitas com os próprios OTT’s ou, em alternativa, os operadores terão que desenvolver serviços similares. “O que tentamos fazer é, em alguns casos, desenvolver plataformas nossas. Permitenos testar o mercado, perceber que se queremos estar ou não e que valor é que isso acrescenta ao cliente” adianta, deixando claro que “sabemos que todo este ambiente OTT é muito granular. Todos têm estratégias diferentes e nós temos que nos saber adaptar a este novo tipo de players, que têm um contexto de solução fácil e gratuita para o cliente”. Sendo impossível ter “uma estratégia global para os OTT’s, o caminho é “perceber neste ecossistema, em que todos temos que trabalhar em conjunto, como é que conseguimos ganhar dinheiro e trazer a melhor solução para os clientes”. Até porque “esquecemos sempre que é o mercado que tem muita força. Muitas das soluções vêm de necessidades do mercado. Temos que saber antecipar os movimentos e responder da melhor forma”, acrescenta o responsável da PT. A perspetiva do responsável da Ericsson vai ainda mais longe: “os OTT’s entram pela rede dos operadores, consumem recursos e tiram valor. Mas há casos em que não é bem assim, porque o utilizador final dá um grande valor à experiência da rede, pelo que aqui poderá trabalhar-se em conjunto”. Perante a realidade de mercado e os desafios e oportunidades que se perspetivam, todos estão, no entanto, otimistas em relação ao futuro. “Nesta revolução da digitalização, estamos na fase das sinergias. E muita coisa vai acontecer”, antecipa António Reis. Para quem “aquilo que se segue é verdadeiramente entusiasmante. Viveremos grandes desafios nos próximos anos. Um mundo mais conectado, com exemplos surpreendentes e impensáveis. Todas as cadeias de valor estão a ser desafiadas, mas o valor que vamos acrescentar coletivamente é muito grande”. João Sousa não tem dúvidas de que “temos que olhar para o futuro e não dá para estar sozinho. Temos que trabalhar todos juntos - fornecedores, fabricantes e operadores - e perceber os movimentos que se antecipam no mercado. Já não dá para ter uma oferta puramente telco. Temos que ir buscar os parceiros adequados para trazer as novas ofertas”. Na perspetiva de Joaquim Santos, os “fornecedores de equipamento têm que se adaptar ao que o utilizador final quer e aos modelos de negócio que se preveem. Com cooperação entre todos os players para trazer soluções diferentes e adaptadas”. E aqui, o “5G será um novo paradigma que permitirá a massificação dos dispositivos e de um conjunto totalmente diferente de serviços”. É que “estamos numa fase altamente entusiasmante e desafiante. E a evolução é tão rápida que não a conseguimos antecipar”, acrescenta Sofia Tenreiro. Se os clientes e consumidores desafiam o setor, há claramente do lado do ecossistema TIC o grande mérito de “estar constantemente a surpreender os clientes finais. Há muitas empresas que se conseguiram reinventar. Mas a inovação tem que ser cada vez mais acelerada e criativa”.•

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