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10 - 25º Business Congresso Trends das Comunicações

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25- 26 novembro 2015 | CCB

25º

25º CONGRESSO “Temos acordos de partilha de rede. Não vamos à boleia das redes. Queremos é juntar investimentos e chegar mais longe, com a partilha. Vamos fazer investimentos inteligentes e desenhar ofertas rentáveis. O acordo com PT na fibra vai manter-se porque é um contrato de 25 anos.” Mário Vaz CEO da Vodafone “Queremos ter os conteúdos que os clientes querem ver. Estamos alinhados nisso. Conteúdos relevantes são os universais e não diferenciadores. Não é bom para Portugal, com uma audiência já reduzida, parti-la mais com exclusividades. Não é bom para os produtores, consumidores e para a indústria. As exclusividades adulteram as regras de competitividade e acabam por gerar custos acrescidos.” “É tempo de regular os cabos submarinos. Excluir portugueses e pensar no mercado único digital não faz sentido. A Anacom tem que ir além da decisão provisória que já tomou. A regulação deve promover concorrência e desenvolvimento das comunicações. E tem coisas para regular.” “Temos o nosso negócio fundamental em cima da fratura sísmica que é a digitalização do mundo. Continuamos a desenvolver o negócio do correio, sempre concentrados na eficiência e na rentabilidade. Temos que ser competitivos.” Francisco de Lacerda Presidente e CEO dos CTT “As encomendas são uma alavanca de crescimento, graças ao mundo do ecommerce, que faz crescer tudo isto. Os clientes querem seguir a sua encomenda online e os modelos de distribuição têm que ser mais flexíveis. É o digital a entrar nos CTT. A terceira alavanca é o mercado financeiro, através das poupanças, e o Banco CTT, uma história antiga que vai agora concretizar-se. Uma das vantagens de nascermos do zero é que nascemos já numa profunda cultura digital no banco.” “Já se iniciaram conversas de parceria com a Altice/PT. O objetivo dos CTT é criar valor para ambas, com um trabalho conjunto em algumas áreas. Podemos colocar a nossa rede fixa à disposição da PT para desenvolver a sua oferta mais facilmente.”

15 26 NOVEMBRO 2015 8. SESSÃO “DIGITAL SINGLE MARKET” “O acesso à economia digital e a continuação da proteção dos info-excluídos devem estar na base da nova definição de serviço universal. Com uma convergência entre os conceitos de comunicações e postal. Devem ser pensados em conjunto e não separadamente.” KNS: João Confraria Administrador da Anacom “A decisão do roaming traduz a prevalência dos interesses dos países do norte da Europa sobre os países do Sul. A tentativa de uma abordagem integrada às redes de nova geração ignora as diferenças entre as realidades nacionais. Esta decisão do regulador europeu, dadas as diferentes estruturas nacionais, levanta uma série de questões que têm que ser rigorosamente ponderadas.” “Tem que se diferenciar os casos de promoção da eficiência a nível europeu e as diferentes preferências nacionais em matérias que podem ser definidas a nível local. Faz sentido uma abordagem local, sobretudo na metodologia de custeio e no poder sancionatório, onde temos tido dificuldades. E em questões como obrigações de cobertura e qualidade de serviço, onde devem prevalecer os interesses nacionais. Porque não haverá aqui economias de escala.” “Os concursos de espetro são bastante dispendiosos para os operadores. E tem ainda o custo do investimento, que é feito com base num business plan pensado quando se concorre a um determinado espectro. Tem havido interesses que muitas vezes ultrapassam o mero interesse do desenvolvimento das comunicações e do mercado. São interesses de domínio público.” “Contamos com o bom senso do regulador, quando for esclarecer dúvidas sobre as implicações da neutralidade da rede aprovada em Bruxelas.” Marta Neves Administradora da PT Portugal “Em que medida vamos aceitar que um mercado é competitivo e em cima disso devemos passar para a regulação ex-post? Terá que ser ponderado. Há inconsistências de visão sobre as redes. Não podemos ignorar que a rede de nova geração em Portugal com maior implementação é a rede de cabo.” “Na regulação europeia e nacional, o que pretendemos é simplicidade, previsibilidade e sustentabilidade. Preocupa-me a ideia do one size fits all, que não é verdade.” “O roaming é uma preocupação mas uma batalha perdida. É economicamente muito penalizador e pode vir a refletir-se nas ofertas. É injusto que os OTT’s não obedeçam às mesmas regras dos operadores. Nos conteúdos, esperamos para ver as evoluções.” Filipa Carvalho Diretora Jurídica e de Regulação da NOS “A questão não é simetria da regulação com ou sem cabo. É preciso regulação de acesso a essas infraestruturas? A regulação de acesso é precisa onde houver só uma infraestrutura, devemos pensar nisso. Não é um exercício fácil e tem a ver com a procura. Se calhar há interesse no acesso à fibra mas não há no cabo.”

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