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1 - Executive Breakfast | Banca: para onde caminhamos

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28 jan 2015 | 08h30 Myriad Crytal Center

PRINCIPAIS IDEIAS “A

PRINCIPAIS IDEIAS “A tendência será investir em cloud e em virtualização” “A redução de investimentos em novas capacidades é muito significativa em Portugal. Reduziu-se quase para metade entre 2008 e 2013” “Mas há um maior peso da tecnologia nos processos de negócio. Há um aumento da carga tecnológica e do contributo das TI para o negócio” João Pedro Tavares Vice-Presidente, responsável pela área de Serviços Financeiros Accenture Portugal “Há uma oportunidade para os bancos portugueses de melhoria de eficiência, através do recurso à tecnologia. E uma menor adoção do digital para os processos corporativos, que terá que aumentar” “A experiência do cliente ainda não está suficientemente explorada. E não há uma estratégia de utilização das redes sociais. Esta é uma oportunidade que está ainda por explorar” A migração para a cloud é vista não como um tema de custos mas de agilidade. “Se tudo está centrado na experiência, a agilidade com que a entregamos é fundamental. O grande desafio das organizações de IT e das instituições financeiras é serem ágeis”. “O modelo tradicional da banca está esgotado. A forma como implementam a oferta de serviços é determinante e assenta em IT” “O relacionamento da banca com os clientes é cada vez mais digital e centrado na mobilidade” “A cloud está a mudar a forma como a tecnologia está a ser consumida. Permite a disponibilização de ofertas personalizadas on-demand” Roland Thienpont IP Cloud Networking Director, Alcatel-Lucent “Saber ter uma oferta personalizada de serviços e manter os custos sob controlo é o desafio a ultrapassar através da tecnologia” “Os recursos de TI permitem disponibilizar mais aplicações a uma escala mundial. Há que ver qual a melhor tecnologia cloud” “Dos custos operativos bancários, 55% dizem respeito às pessoas que estão nos balcões. Aqui, temos muito que fazer em Portugal. Ainda não chegámos às melhores práticas. Temos que reestruturar o sistema” “Ter um multicanal inteligente e integrado, assente em TIC e arquitetura técnica, é o que nos permite passar de um canal para outro. Isto não é fácil de fazer. E temos que ter um sistema de governance alinhado e uma matriz bem definida” Isabel Ferreira Presidente da Comissão Executiva, Banco BEST “Temos que continuar num caminho que passa por aumentar a eficiência e o retorno na banca. E trabalhar bem os clientes. O tratamento do big data para garantir a otimização da venda online é fundamental. E apostar numa área crítica, o content management” “Os reguladores a nível local terão que ter maturidade e garantir a confiança entre as partes. Há exageros em algumas áreas e demasiadas restrições” “Um dos problemas que a banca terá será o dinheiro. Para fazer bem estes processos precisamos de um investimento gigantesco”

7 “O conceito de equilíbrio é fundamental na banca. Há que ter equilíbrio entre canais físicos e canais online” “O digital tornou-se uma realidade para os clientes. A adoção e utilização de canais de mobilidade é brutal. A adesão é enorme” “Este é um processo gradual. Temos que ter ofertas para todos os segmentos de mercado e faixas etárias” Maria João Carioca Membro da Comissão Executiva, CGD “Temos que ser capazes de fazer o caminho mais rapidamente, através de uma arquitetura organizacional. É um trabalho de fundo” “O novo modelo de negócio que é um trabalho continuado. E vamos dedicar investimento na melhoria da oferta e a conhecer o cliente” “O comportamento dos clientes está a mudar e vai obrigar-nos a mexer. Mas com alguma prudência” “A golden age da banca perdeu-se. Já não estamos a conduzir este processo do digital. Há que dar o salto em frente” “As ferramentas e as TI são essenciais para o futuro. Mas temos que saber extrair mais valor e mais negócio das TIC” Rui Teixeira Membro da Comissão Executiva, MilenniumBCP “Temos que saber gastar melhor. Conhecer melhor os clientes e simplificar. Não estamos preparados para o digital” “Temos que repensar claramente todos os processos. E ter time-to-market nas várias plataformas, com grandes desafios de arquitetura” “Falar de clientes é fundamental para a banca. Independentemente das TIC. O que estamos a falar é de uma multiplicidade de canais para o contacto com o cliente” “A regulamentação é exagerada e cria alguns constrangimentos. Temos que a cumprir. Mas não vejo problema nos dados e na cloud” “Ter múltiplos pontos de contacto permitem que o cliente possa tomar as suas decisões. Temos que lhe passar toda a informação possível” João Leite Membro da Comissão Executiva, Santander Totta “As prioridades de orçamento passam pela parte regulatória, seguida de analytics. Ter produtos inovadores e business cases positivos são outras apostas” “O cliente está em primeiro lugar. Os bancos olham para os vários canais não numa lógica de substituição mas de complementaridade” “As TIC estão no foco do negócio em todos os canais. O desafio é o equilíbrio de canais, que se faz através do tipo de experiência e do preço” “Na regulação tem que se fazer um caminho. Tendo em conta as novas tecnologias e a evolução do mercado. É sistémico” Francisco Barbeira Diretor Geral, Banco BPI “Temos aumentado o investimento em TIC. As prioridades da banca estão mais ou menos alinhadas. Temos que fazer mais com menos. E ser mais ágeis. Todos os bancos têm investido em ferramentas de TIC porque o negócio evolui rapidamente” “Cloud, soluções de big data, digital e mobilidade são temas absolutamente fundamentais nos próximos anos na banca”

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